
Fractal
Dentro de mim há algo inominável,
Sem forma,
Sem fundo,
Sem nada.
Um negro sem fundo.
Dentro de mim há algo indefinido,
Sem cor ardente,
Sem tempo linear,
Sem espaço finito.
Um azul sem tempo.
Dentro de mim há algo anónimo,
Sem horizonte infinito,
Sem ocaso cintilante,
Sem lágrimas doces.
Um amargo cintilante.
Dentro de mim há uma coisa sem nome, esse mistério é o que sou.

No pedregoso caminho do autoconhecimento não há paisagens .
As vezes o silêncio fala muito mais. O indefinido ousa fazer forma, o inominável, busca um nome e as cores brotam, confusas, difusas no seu tempo.
É preciso escutar o silencio. Sim, as vezes, o silencio fala.
Dentro de mim ha algo, que movimenta meus sentimentos, não sei o que é , mas consegue me definir…
Muito lindo Luisa..
Beijosss
Dentro de mim, Luisa, tem segredos que eu guardei tao bem que tem momentos que os esqueço. Contudo, quando toco neles, se transformam no melhor.
Beijos
Saudações!
Amiga LUÍSA:
Maravilha a sua poesia… É a força indefinível silenciosa fazendo moradia nos recônditos do teu ser a dar polidez em teu dourados sonhos.
Parabéns por mais um lindo poema!
Abraços,
LISON.
Quem de nós Luisa que em plena consciência pode definir quem somo de fato? Nós, seres humanos, pensamos sermos capazes de nos conhecermos e sempre que a mente da um pinote, ficamos perdidos, sem rumo, como loucos. Loucos que somos, todos nós, para poder encararmos essa vida que às vezes é doida e chorosa e em alguns momentos pode até ser alegria, sorriso.
E eu que achei que ia saber um pouco mais …. rsrsrs