
Art by Vladimir Kush
Conto por Ivani Media
Bené estava aposentado há poucos anos e vez por outra pensava na morte. Não por medo, o que é muito natural, mas por curiosidade. Continuar a ler

Art by Vladimir Kush
Bené estava aposentado há poucos anos e vez por outra pensava na morte. Não por medo, o que é muito natural, mas por curiosidade. Continuar a ler

Feliz Ano Novo!
Tenho um amigo
Perdido em fogos imaginários
Achado em nuvens subterrâneas. Continuar a ler

Rua Deserta
Caminhamos ao amanhecer
Numa rua perdida,
Em sombras esquecida. Continuar a ler

Luz sem Iluminação
Toda a gente acorda um dia, nem que seja um diazinho só, com uma ideia brilhante, grandiosa. Algo tão certo e edificante, tão real e concreto que muda tudo na vida de quem acorda assim. Seja a certeza da velocidade do tempo ou da sua paragem brusca; seja uma fé especial no número 33 ou num milagre divino; um súbito amor fraternal pela humanidade; a certeza absoluta num merecimento qualquer; uma nova filosofia de vida; um plano diabólico para conseguir a promoção; a certeza, leve e vaporosa, num mundo melhor. Toda a gente acorda um dia, com o peito a abarrotar de qualquer coisa vibrante e apaixonada, quiçá apaixonante, que a faz mudar de rumo. Continuar a ler

Segunda Feira
Hoje acordei e era segunda-feira. Uma segunda-feira cheia de Sol, inundada de mar e areia, onde me apetecia rebolar até parecer um croquete pronto para fritar. Não está certo! Tudo isto faz parte de uma grande conspiração. Devia mas era ser sábado. Sim, o sábado tem um ar mais inglês, mais selecto, fleumático. É british. Ora digam lá, por acaso os ingleses têm alguma segunda-feira inglesa? Não, claro que não. Têm a semana-inglesa que é um regalo, e sabem quando é que ela começa? Está-se mesmo a ver, num Sábado! Continuar a ler