Esta madrugada tive um sonho verde salpicado de vermelho e amarelo. Em português. A música da brisa era portuguesa e até as gotas de chuva brilhavam em português, reflectindo o tímido Sol de Inverno.
Quando acordei, rodopiei três vezes e abracei o meu companheiro; ele de manhã responde sempre na língua ácida dos carroceiros, mas que não deixa de ser português. “Bom dia, meu amor!”, disse eu feliz como um pássaro. “&;%$#@”, respondeu ele ainda a dormir. Continuar a ler