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Lado a lado

Rua Deserta

Caminhamos ao amanhecer
Numa rua perdida,
Em sombras esquecida.

Lado a lado.
Sem chamas inquietas
Nem rumos azuis,
Sem juras douradas
Ou lágrimas estranguladas.

Lado a lado, caminhamos
Abraçados.
O eco do silencio
Sussurra encantamentos,
Na voz ébria dum sonho acordado.

Lado a lado
Sem urgência,
Saímos da noite, escondidos do tempo.
Caminhamos enlaçados
Através do nada,
Numa estrada infinita
De sorrisos escondidos.

Lado a lado

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7 thoughts on “Lado a lado

  1. Que Post Fantástico!
    Amiga LUÍSA:
    Belíssimo Poema… Lado a lado, deve ser a flâmula de todos os amores universo afora. Inseparáveis para sempre!
    Contagiou. Mexeu. Valeu.
    Aproveito a oportunidade para desejar um feliz Natal a você e todos os seus familiares.
    De Coração,
    LISON.

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  2. Para quem ama basta só estar lado a lado!
    Bonito esse seu poema Luisa, e apesar de não ter relação, me fez recordar um bolero antigo, gravação de cantor Carlos Alberto:

    Lado a lado meu amor mas tão longe
    Como é grande a distância entre nós
    O que foi que se passou
    Entre nós dois que nos separou
    Porque foi que os meus ideais morreram
    Assim dentro de mim

    Ombro a ombro tanta vez mas tão longe
    Indiferença entre nós quem diria
    Custa a crer que tanto amor
    Tão profundo amor tenha acabado
    E nós ambos sem amor lado a lado

    Composição de :Jerônimo Bragança e Nóbrega de Souza

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Bote abaixo!...

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